ENTENDA A ENERGIA SOLAR

SUSTENTABILIDADE, ECONOMIA E MEIO AMBIENTE

Tanto no uso residencial ou comercial, a energia solar vem crescendo exponencialmente. Isso acontece porque além da economia na conta, o sistema solar agrega valor patrimonial e institucional ao imóvel, reduzindo a produção de CO² que causa o efeito estufa e contribuindo para a preservação do planeta.

ENERGIA SOLAR / TECNOLOGIA

Energia solar fotovoltaica

GERAÇÃO DISTRIBUÍDA DE ENERGIA ELÉTRICA E REGULAMENTAÇÃO

A ANEEL, através da Resolução Normativa nº 482, de 17/04/2012, estabeleceu os critérios para a Geração Distribuída de Energia Elétrica, as condições gerais de acesso aos sistemas de distribuição da rede pública e o sistema de compensação da energia excedente.

O processo consiste na produção de energia elétrica a partir de fontes renováveis e para consumo próprio, através de centrais geradoras instaladas nas próprias unidades consumidoras, ou de forma remota, conforme instituída pela Resolução nº 687, de 15/12/2015, a qual também elevou a potência máxima das plantas, de 1MW para 5MW, e criou as possibilidades de formação de condomínios residenciais e consórcios empresariais, para efeito de geração e rateio da energia produzida.

Assim, as resoluções estabelecem os seguintes requerimentos básicos para o sistema:

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Geração de energia elétrica a partir de fontes renováveis

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Aprovação de projeto para acesso à Rede Pública

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Uso de Equipamentos homologados pelas concessionárias

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Produção para consumo próprio

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Compensação da energia excedente

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Os limites de potências instaladas para as categorias de plantas:
• Microgeração: Até 75kWp.
• Minigeração: A partir de 75kWp até 5MWp.

Os benefícios ao sistema elétrico são inúmeros:

• Postergação de altos investimentos na expansão dos sistemas de distribuição e transmissão;
• Baixíssimo impacto ambiental;
• Redução no carregamento das redes;
• Redução de perdas e diversificação da matriz energética.
• Benefícios estratégicos da autoprodução de energia, com o pagamento do investimento pelas economias;
• Garantia de produtividade de 25 anos, fornecida pelos fabricantes;
• Compensação da energia excedente;
• Aproveitamento de espaços ociosos (telhados ou solo);
• Baixo custo de manutenção.

O passo a passo é bem simples:

1) Geração de energia elétrica: Através da fonte solar, conectada à rede pública, para autoconsumo.

2) Painéis Solares: As células fotovoltaicas reagem à radiação do sol produzindo eletricidade.

3) Inversor: A eletricidade gerada pelos módulos passa pelo inversor, que converte a corrente contínua em corrente alternada, no mesmo padrão da rede pública.

4) Rede Elétrica Interna: A energia gerada é injetada na rede interna para consumo dos aparelhos elétricos. Caso haja excedente, a energia é injetada na rede pública gerando créditos em kWh para compensação (a rede pública funciona como uma bateria virtual).

5) Medidor Bidirecional: Registra o consumo de energia fornecido pela rede pública, deduzido a energia injetada pelo sistema fotovoltaico. Caso o fornecimento da rede pública seja maior que o injetado, a diferença será cobrada pela concessionária. Do contrário, os créditos em kWh serão compensados em até 60 meses.

6) Sistema de Monitoramento: Disponibiliza todas as informações sobre a energia produzida e consumida, em tempo real, através de comunicação remota.